segunda-feira, 13 de maio de 2013

Saudades do Médico de Família?
Às vezes faço consultas domiciliares. Sabe o que sinto?
Sinto-me honrado por ser convidado ao lar de uma pessoa.
A responsabilidade aumenta a cada passo em direção do leito do enfermo, que, quando consciente sempre me recebe com um sorriso.
O toque das mãos e a troca de olhares demonstram a cumplicidade que deve existir entre o médico e o paciente com o propósito maior de alívio dos sintomas e do propiciar condições dignas ao paciente que logo se vai devido à doenças graves e comprometimento avançado.
O café servido junto com um pedaço de bolo ou biscoito, um copo com água, a melhor cadeira que a família sempre nos oferece, tudo isso não tem preço.

Sem senhas de atendimento! Sem consultas à carteirinhas!
Esse lado da Medicina não tem preço!